Sessão 3

1.     A reflexão e a construção do conhecimento pessoal e profissional. A escrita e o portefólio

Bibliografia: Soveral, M. – Pensamento e linguagem dos enfermeiros. “ENFERMAGEM”, Lisboa, nº35/36 (2ª Série), 2004, pp.59-63

Autor: Professora Maria Soveral
Título: Pensamento e linguagem dos enfermeiros

Sinopse: 

A linguagem como chave do sucesso nos cuidados de enfermagem. A linguagem neste caso é linguagem escrita. A escrita é fulcral em enfermagem pois é um instrumento que permite uma excelência nos cuidados. Foi aplicado um questionário a 4 enfermeiros do serviço de pediatria com o objetivo de levar o enfermeiro a verbalizar as suas experiências para que pudesse ter consciência das mesmas. Foram explicitados comportamentos físicos e emocionais das crianças e seus cuidadores. O enfermeiro tem como missão encontrar estratégias de acordo com a idade e experiências pessoais que minimizem a dor nas crianças e nos seus cuidadores. A comunicação é o grande objeto terapêutico.

Comentário pessoal:

Estou de acordo com a perspetiva da autora. A formação do enfermeiro nunca está acabada, este completa-se todos os dias em todas as circunstâncias. A linguagem a par da escrita e da comunicação são bastante importantes na relação terapêutica entre enfermeiro- cliente. Destaque para a linguagem verbal e não-verbal. Os cuidados de enfermagem devem ser prestados de acordo com a individualidade da pessoa e das suas necessidades. A escrita é de resto uma forma de comunicação que é mesmo um instrumento básico em enfermagem, sendo esta presente através dos registos de enfermagem que permitem dar visibilidade à profissão, continuidade nos cuidados e constituem ainda uma ferramenta judicial.


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