Sessão 6

         1. A Vida e a Morte

Para efeitos de portefólio irei inclui apenas algumas das sugestões propostas, por serem bastante relevantes e pertinentes para a realização da reflexão critica sobre a temática abordada.
“Hoje é o primeiro dia”- Sérgio Godinho
1    1)      O que evoca em mim esta música: que acontecimentos, que memórias, que pensamentos, que emoções, que sonhos?
R.: Esta música desperta em mim um turbilhão de emoções entre as quais – recordação, memória, desgosto, mudança, recomeço, esperança, cansaço, melancolia e coragem.
2    2)      Escolher uma frase, uma expressão, uma palavra, para partilhar.
R.: Recomeço
3   3)      Que eco fazem em mim as memórias dos outros?
R.: As memórias dos outros remete-me para a memória de pessoas significativas que já não se encontram presente fisicamente. Muitas vezes recordamos com saudade, mas com alguma nostalgia associada aqueles que “já partiram”. Recordamos como era boa a sua companhia, as suas façanhas, os seus conselhos, o seu sorriso,… Este eco repercute-se nas pequenas tarefas quotidianas, quando nos lembramos de como essa pessoa a desempenhava.



10 coisas que gostaria de fazer antes de morrer (lista de sonhos)
Embora tenha a pretensão de viver muitos e largos anos com saúde não penso muito sobre esta temática da morte, embora tenha muitos sonhos que quero ver concretizados, uns a curto prazo outros a longo prazo.
1.      Saltar de paraquedas;
2.      Viajar;
3.      Fazer um interrail;
4.      Fazer Erasmus;
5.      Aprender a tocar piano;
6.      Ter uma carreira com sucesso;
7.      Fazer mergulho;
8.      Fazer voluntariado em África;
9.      Fazer um cruzeiro;
1.  Cumprir todos os sonhos da lista.

Antes de eu morrer” - Jenny Downham.
Tessa Scott tem 16 anos e leucemia. Com a proximidade do fim da sua vida, realiza uma lista de desejos (10) que quer cumprir antes de morrer.
Há circunstâncias na vida que nos remetem para um estado de reflexão em que fazemos uma retrospetiva e ao mesmo tempo uma previsão. Quando tomamos conhecimento de histórias como a de Tessa pensamos como a vida é efémera e imprevisível. Não somos imortais, mas desejamos sê-lo.
Refletimos sobre as nossas ações, pessoas, sentimentos, acontecimentos que desejamos nunca ter acontecido, recordamos bons momentos, entre muitas outras coisas.
Ficamos a contemplar a vida como se de um mar se tratasse. Pensamos nos momentos de fúria, agitação, tranquilidade. De como a vida discorre lentamente como o ondear das ondas.
É nestes momentos que queremos ter uma “máquina do tempo”!
Como diz Álvaro Campos queremos “Sentir tudo de todas as maneiras/ Sentir tudo excessivamente”.
CARPE DIEM é a filosofia que tento adotar todos os dias, para que não do que meais anseio fique por dizer/fazer.

imagem retirada de: http://www.bulhosa.pt/images/products/00000212910.JPG




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