Sessão 9

      1 .   O conhecimento de mim: Estereótipos e preconceitos


“I’m an alien I’m a legal alien/ I’m na Englishman in New York”

É o ponto de partida para ser alvo de reflexão.
Normalidade, preconceito, estereótipo, discriminação, estão intimamente ligados
Esta gradação crescente que se estabelece, é comum encontrá-la na nossa sociedade.
Afinal a normalidade é uma noção subjetiva influenciada por determinantes, sociais e culturais, por experiências anteriores. Pode ser uma definição aprendida. Este padrão que estabelecemos como normal pode conduzir-nos ao preconceito. Ser diferente, não é sinonimo de marginal, é apenas uma pessoa que ousa, que tem outras pretensões na vida.
Muitas vezes os estereótipos são fruto de crenças infundamentadas. São características que atribuímos a alguém ou até mesmo alarga-lo a um grupo comunitário. É uma forma de generalização das características desse mesmo grupo. Com este tipo de pensamento estamos a comprometer a individualidade de cada ser em quanto membro da sociedade. A título de exemplo: “ os velhos cheiram mal”.
O preconceito por seu torno pode ser caracterizado como a atribuição de características negativas a uma pessoa ou grupos de pessoas. Já a discriminação é definida como sendo ação direta que praticamos aos indivíduos que foram alvo de atitudes preconceituosas.
A nível macro a discriminação pode gerar vários conflitos que põem em xeque o bom funcionamento da sociedade. As formas mais comuns de discriminação são a discriminação racial, religiosa e de género (sexo).
Cabe-os a nós, aceitar cada pessoa com a sua individualidade e as suas crenças e não “arrumá-las” sob a forma de “gavetas”, devendo ter sempre por base a velha máxima: “ Todos diferentes, mas todos iguais”.



imagem retirada de: http://www.coexistblog.com/wp-content/uploads/2009/08/Anatomia-do-Estudante-Universitario.jpg


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