1 . O conhecimento de mim: Estereótipos e preconceitos
“I’m an alien I’m a
legal alien/ I’m na Englishman in New York”
É o
ponto de partida para ser alvo de reflexão.
Normalidade,
preconceito, estereótipo, discriminação, estão intimamente ligados
Esta
gradação crescente que se estabelece, é comum encontrá-la na nossa sociedade.
Afinal
a normalidade é uma noção subjetiva influenciada por determinantes, sociais e
culturais, por experiências anteriores. Pode ser uma definição aprendida. Este
padrão que estabelecemos como normal pode conduzir-nos ao preconceito. Ser
diferente, não é sinonimo de marginal, é apenas uma pessoa que ousa, que tem
outras pretensões na vida.
Muitas
vezes os estereótipos são fruto de crenças infundamentadas. São características
que atribuímos a alguém ou até mesmo alarga-lo a um grupo comunitário. É uma
forma de generalização das características desse mesmo grupo. Com este tipo de
pensamento estamos a comprometer a individualidade de cada ser em quanto membro
da sociedade. A título de exemplo: “ os velhos cheiram mal”.
O
preconceito por seu torno pode ser caracterizado como a atribuição de
características negativas a uma pessoa ou grupos de pessoas. Já a discriminação
é definida como sendo ação direta que praticamos aos indivíduos que foram alvo
de atitudes preconceituosas.
A
nível macro a discriminação pode gerar vários conflitos que põem em xeque o bom
funcionamento da sociedade. As formas mais comuns de discriminação são a
discriminação racial, religiosa e de género (sexo).
Cabe-os
a nós, aceitar cada pessoa com a sua individualidade e as suas crenças e não
“arrumá-las” sob a forma de “gavetas”, devendo ter sempre por base a velha
máxima: “ Todos diferentes, mas todos iguais”.
| imagem retirada de: http://www.coexistblog.com/wp-content/uploads/2009/08/Anatomia-do-Estudante-Universitario.jpg |
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