Sessão 7

1.     Quem sou eu? A perceção de mim

“ Há dias assim” – Ala dos Namorados
1    1)      O que me diz este texto?
R.: Na minha simples e modesta opinião que pode parecer nua e crua considero que não são os dias em si que importam, mas sim os acontecimentos que se desenrolam nesses mesmos dias. Faz-me refletir sobre acontecimentos menos “positivos”, que interferem com as minhas emoções e com a relação com os que me rodeiam.
2   2)      Que dias são estes?
R.: Estes dias têm para mim uma conotação negativa. São dias em que desejamos não ter acordado! Em que parece que tudo corre mal, que tudo e todos estão contra nós.
3  3)      O que faz com que sejam dias assim? 
R.: A perceção é a chave. Cabe-nos a nós de acordo com a perceção que temos de nós e de experiências anteriores, inverter estes acontecimentos desagradáveis.
4   4)      Qual é o meu porto seguro?
R.: O meu porto seguro, sempre que posso é contemplar o mar. Sinto-me segura e serena ao fazê-lo. Ao mesmo tempo que me transmite respeito pela força com que as ondas embatem nas rochas, dá-me a sensação de que naquele momento tudo está bem. A minha família e amigos a par da música do desporto são outras formas de escape para estes “dias”
5   5)      Como "lambo as feridas"?
R.: Aproveito estes acontecimentos para inclui na minha história de vida como sendo mais uma aprendizagem e uma lição a retirar para que de futuro saiba lidar com outras situações.


 “A gente vai continuar” – Jorge Palma
Enquanto houver estrada pra andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada pra andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar
Escolhi esta estrofe, porque me remete para esta força anímica, este força motriz que me dá vontade, energia e esperança para continuar a construir o meu caminho. É sobretudo uma mensagem de esperança e que nos dá a ideia de ter sempre mais uma oportunidade. “Enquanto”- sugere-nos a ideia de profundidade, de futuro -  “enquanto houver”.



“Loucos de Lisboa”- Ala dos Namorados

1-      Quem são, para mim, os "loucos"?
R.: São aqueles que ousam, que desafiam, que desconstroem, que têm coragem. 
2 - Diz o ditado " de são e de louco, todos temos um pouco". Qual é a nossa dose de loucura?
R.: A nossa dose de loucura é variável no tempo e no espaço. Há momentos e circunstancias em que pela vontade de ser diferente cometemos loucuras (fazer as malas e apanhar um avião com um destino ao acaso).
Às vezes temos necessidade as fazer para fugir à “regra” para termos mais uma história para contar, para termos mais um acontecimento a incluir na nossa história de vida.





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