1. Quem sou eu? A
perceção de mim
“ Há dias assim” – Ala dos Namorados
1 1)
O que me diz este texto?
R.: Na
minha simples e modesta opinião que pode parecer nua e crua considero que não
são os dias em si que importam, mas sim os acontecimentos que se desenrolam
nesses mesmos dias. Faz-me refletir sobre acontecimentos menos “positivos”, que
interferem com as minhas emoções e com a relação com os que me rodeiam.
2 2)
Que dias são estes?
R.: Estes dias têm para mim uma conotação
negativa. São dias em que desejamos não ter acordado! Em que parece que tudo
corre mal, que tudo e todos estão contra nós.
3 3)
O que faz com que sejam dias assim?
R.: A
perceção é a chave. Cabe-nos a nós de acordo com a perceção que temos de nós e
de experiências anteriores, inverter estes acontecimentos desagradáveis.
4 4)
Qual é o meu porto seguro?
R.: O
meu porto seguro, sempre que posso é contemplar o mar. Sinto-me segura e serena
ao fazê-lo. Ao mesmo tempo que me transmite respeito pela força com que as
ondas embatem nas rochas, dá-me a sensação de que naquele momento tudo está
bem. A minha família e amigos a par da música do desporto são outras formas de
escape para estes “dias”
5 5) Como "lambo as feridas"?
R.:
Aproveito estes acontecimentos para inclui na minha história de vida como sendo
mais uma aprendizagem e uma lição a retirar para que de futuro saiba lidar com
outras situações.
“A gente vai continuar” – Jorge Palma
Enquanto houver estrada pra
andar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada pra andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar
A gente vai continuar
Enquanto houver estrada pra andar
Enquanto houver ventos e mar
A gente não vai parar
Enquanto houver ventos e mar
Escolhi esta estrofe, porque
me remete para esta força anímica, este força motriz que me dá vontade, energia
e esperança para continuar a construir o meu caminho. É sobretudo uma mensagem
de esperança e que nos dá a ideia de ter sempre mais uma oportunidade.
“Enquanto”- sugere-nos a ideia de profundidade, de futuro - “enquanto houver”.
“Loucos de Lisboa”- Ala dos Namorados
1-
Quem são, para mim, os "loucos"?
R.: São aqueles que ousam, que desafiam,
que desconstroem, que têm coragem.
2 - Diz o ditado " de são e de louco, todos temos um
pouco". Qual é a nossa dose de loucura?
R.: A nossa dose de loucura é variável no
tempo e no espaço. Há momentos e circunstancias em que pela vontade de ser
diferente cometemos loucuras (fazer as malas e apanhar um avião com um destino
ao acaso).
Às vezes temos necessidade as fazer
para fugir à “regra” para termos mais uma história para contar, para termos
mais um acontecimento a incluir na nossa história de vida.
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